Saúde | 09/02/2017
Pará: Informe epidemiológico mostra redução de casos de dengue
Mais de 200 casos de dengues são confirmados no Pará.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) divulgou, na última terça-feira (7), os dados do novo informe epidemiológico de 2017. Os números apontam que houve uma redução de 73% na quantidade de casos de dengue no Estado em relação ao mesmo período de 2016, que registrou quase 800 confirmações. Atualmente são 212 casos da doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Por outro lado, o número de casos de febre chikungunya subiu. De janeiro até o momento o número de doentes aumentou de dois para 64 casos. O informe também mostra que foram contabilizados quatro casos de zika vírus.
O município de Xinguara registrou dois casos seguidos de morte por febre chikungunya já confirmados por critério laboratorial.
O informe c
Atualmente são 212 casos confirmados de dengue no Pará
lassifica os 10 municípios que tiveram mais casos confirmados de dengue: Anapu (89), Marabá (26), Tucumã (25), Ourilândia do Norte (21), Rio Maria (21), Marituba (10), Alenquer (04), Bannach (04), Pacajá (04) e Belém (03).
Por outro lado, os dez municípios com mais registros confirmados de febre chikungunya foram Curionópolis (14), Rio Maria (13), Anapu (08), Eldorado dos Carajás (07), Xinguara (05), Belém (04), Marabá e Novo Repartimento, com três cada; e Canaã dos Carajás e Tucumã, com dois cada. Casos confirmados de zika vírus foram registrados em Rio Maria (03) e em Ananindeua (01).
SINTOMAS: Os vírus da dengue, chikungunya e zika provocam sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes e de notificação obrigatória por parte das equipes de Vigilância Epidemiológica das Secretarias Municipais de Saúde.
Segundo o informe epidemiológico, não existe tratamento específico para dengue, chikungunya e zika vírus. O tratamento é sintomático e baseia-se em hidratação adequada, levando em consideração o estadiamento da doença, segundo os sinais e sintomas apresentados pelo paciente, para decidir condutas, bem como o reconhecimento precoce dos sinais de alarme. É importante que os profissionais de saúde, sobretudo os médicos, reconheçam precocemente os sinais de hemorragia para a correção rápida com infusão de fluídos, bem como a lista de medicamentos contraindicada em casos de suspeitos de dengue.

(Da Redação)
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