Atualidade | 27/06/2019
Comitiva liderada pelo advogado Kallil Ferreira participa de audiência em Brasília
Grupo pediu o retorno do serviço de travessia por balsa no rio Araguaia entre os municípios de Santa Maria das Barreiras e Araguacema.
O grupo recebeu a confirmação de que o processo está em tramitação acelerado e dentro de 10 a 15 dias será dada uma resposta por parte do órgão
Uma comitiva de Santa Maria das Barreiras e Araguacema (TO), liderada pelo procurador jurídico do município de Santa Maria das Barreiras, o advogado Kallil Ferreira, esteve em Brasília na última terça-feira (25), onde participou de uma reunião no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais (IBAMA), com o coordenador-geral de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Fluviais e Pontuais Terrestre, Regis Fontana. O objetivo foi tratar sobre o problema da travessia da balsa no rio Araguaia, no trecho que separa as cidades de Santa Maria das Barreiras e Araguacema.
A audiência foi agendada pelo deputado federal Cássio Andrade (PSB/PA) e pela deputada federal Dorinha Rezende (DEM/TO). Também participaram da reunião, representantes da Aprocampo, técnicos ambientais e o proprietário da balsa Pipes, responsável pelo serviço de travessia no rio Araguaia. O grupo recebeu a confirmação de que o processo está em tramitação acelerado e dentro de 10 a 15 dias será dada uma resposta por parte do órgão.
“A importância dessa reunião foi a consolidação social, política e jurídica na busca da última documentação exigida pelo Min0istério Público no processo em Conceição do Araguaia. Estamos satisfeitos com o resultado da reunião. Na próxima semana estaremos realizando Audiência Publica em Santa Maria das Barreiras com a população para levar ao conhecimento de todos dos passos finais para liberar a atividade”, disse Kallil Ferreira.

ENTENDA: O serviço de travessia da balsa que era feito pela empresa Pipes, foi interrompido há cerca de três anos, depois de uma ação do Ministério Público Estadual de Conceição do Araguaia, que acatou uma denúncia de que a empresa havia praticado crime ambiental, ao escavar uma área no porto onde a balsa ancorava. Com a interrupção do serviço, a população dos municípios de Santa Maria das Barreiras e Araguacema, ficou prejudicada.
Paulo Carrion / da redação
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