Acontecimento | 19/07/2018
Coisas da política com João Carlos Rodrigues
FALHA NOSSA
Na semana passada, a Coluna acabou não sendo publicada. Em viagem pela Transamazônica, na região de Altamira, tivemos dificuldades para redigir e enviar as notas para publicação. Pedimos desculpas aos nossos leitores, pela interrupção. Vamos adiante, com as notícias da política!

CHAPAS QUENTES
Começando com a formatação das chapas majoritárias para as eleições deste ano, no Pará. Do lado do MDB, parece estar mesmo definido o nome do deputado federal Lúcio Vale (PR) para vice de Helder Barbalho. Antes pré-candidato ao Senado, Vale foi deslocado para a vice, depois que o senador Jader Barbalho confirmou candidatura à reeleição.

AS VICES E O VICE
Do outro lado, Márcio Miranda (DEM) pode ir de Cilene Couto ou Ana Cunha, ambas deputadas estaduais do PSDB. Mas há quem diga que a hipótese de José Megale, ex-chefe da Casa Civil do governo, também tucano, ainda não foi de todo descartada para vice do democrata.
Multidão

Quanto às candidaturas ao Senado, tudo indica que 2014 irá se repetir na chapa liderada por Márcio Miranda, com muitos postulantes. Já são quatro os candidatos às duas vagas disponibilizadas na eleição deste ano: Flexa Ribeiro (PSDB), Sidney Rosa (PSB), Osmar Nascimento (PDT) e Ibanês Taveira (PTC).

MAIS UM
Mas esse número ainda pode aumentar. Fonte da Coluna informa que o deputado federal Arnaldo Jordy (PPS) está em intensa articulação em busca de apoio para também postular uma das vagas no Senado. Nos últimos dias, Jordy reuniu as lideranças de seu partido e falou também com Márcio Miranda, de quem teria recebido apoio para a empreitada, segundo a fonte.

E AINDA OUTRO
Ainda nessa fila, o advogado Jarbas Vasconcelos (PV), cujo partido deve estar na base de Márcio Miranda. A interlocutores próximos, Vasconcelos demonstra o desejo de manter uma certa independência na sua candidatura. Mas, como seu partido deve compor o palanque de Miranda...

PLANO FURADO
Essa mesma independência foi tentada por Mário Couto (PP), que mantém feridas abertas com o grupo governista, inclusive com a filha deputada e possível candidata a vice Cilene. Para não ir para o palanque emedebista, grupo pelo qual também não nutre muita simpatia, Couto tentou encontrar um candidato de terceira via pra chamar de seu.

EX-INIMIGOS?
Não conseguindo convencer ninguém a encarar a missão, o ex-senador deve mesmo aparecer no palanque dos Barbalho, onde estará o restante dos seus correligionários do PP. Vai ser divertido, depois de um longo histórico de brigas, ver Mário Couto e Jader Barbalho no mesmo palanque.

ESMOLA DO TEMER
Para encerrar, o imbróglio em torno da compensação pela renovação da concessão da Estrada de Ferro Carajás. O governo do presidente Michel Temer (MDB) decidiu utilizar o valor que a Vale deve pagar para continuar com a ferrovia, algo inicialmente estimado em R$ 4 bilhões, para construir outra ferrovia ligando o Mato Grosso a Goiás.

DINHEIRO DE TROCO
Depois da forte reação dos políticos e da sociedade do Pará, Temer agora vem com a potoca da criação de um fundo que reservaria R$ 1 bilhão para obras ferroviárias em território paraense. E tem gente comemorando a esmola do governo federal como vitória. Alguém aí pode me explicar, por gentileza, qual é mesmo a vantagem de trocar R$ 4 bilhões por R$ 1 bilhão?
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